Quando a selva fica em silêncio, o céu começa a caçar.
Na Ilha de Colares, uma missão confidencial tenta registrar as luzes que aterrorizam a população ribeirinha e desmentir o folclore do Chupa-Chupa. Mas o que parecia observação se revela algo maior: tecnologia pesada, silêncio militar e um laboratório a céu aberto no coração da Amazônia.
Preço de entrada para que mais leitores conheçam a escrita de Matheus Macieira e o universo Projeto Aurora.
Um thriller brasileiro para entrar no Projeto Aurora.
A versão Kindle chega com preço acessível porque a missão agora é simples: fazer a história circular, mostrar a escrita do autor e abrir a porta para mais leitores conhecerem o universo Aurora.
“Eles disseram que era apenas observação. Mas na selva amazônica de 1977, nós não éramos os caçadores. Nós éramos as iscas.”Sargento 014
O que começa como investigação vira acobertamento.
Quando o Sargento 014 é cedido para uma operação confidencial na Ilha de Colares, no Pará, sua missão parece simples: Registrar as luzes misteriosas que aterrorizam a população ribeirinha e desmentir o folclore do Chupa-Chupa.
Mas, quando a floresta mergulha num silêncio artificial e o céu começa a sangrar feixes de luz que paralisam homens e marcam a pele com precisão cirúrgica, a farda perde o sentido.
Ao lado do Capitão Uyrangê Hollanda, o Sargento descobre que a ameaça não vem apenas do espaço sideral, mas também das pranchetas burocráticas de Brasília. As luzes não são lendas. São tecnologia pesada. E a população esquecida do Pará é apenas o grupo de controle de um laboratório governamental a céu aberto.
O Chupa-Chupa não era uma lenda. Era a descrição mecânica de um predador.
Para quem quer mistério com selva, farda e conspiração.
Um thriller militar brasileiro com atmosfera documental, tensão psicológica e uma pergunta que cresce página após página: Quem estava observando quem?
Uma missão que parece simples, até a selva parar de fazer barulho.
Farda, cadeia de comando, protocolo, medo e homens tentando permanecer racionais diante do impossível.
Colares com peso narrativo, não como curiosidade de rodapé.
O caso é tratado como material de thriller sombrio, com respeito à força que a Operação Prato tem no imaginário nacional.
A ameaça não está só no céu.
A burocracia, os relatórios, os laudos e os homens de Brasília são parte do horror.
O primeiro dossiê público de um sistema maior.
Você pode ler como história independente, mas há sinais de algo maior por trás do arquivo.
Baixe o prólogo + capítulo 1.
Uma amostra gratuita para sentir a voz do Sargento 014, a atmosfera de Colares e o início da missão antes de abrir o arquivo completo na Amazon.
“Ninguém gasta milhões e chama o serviço secreto e burocratas de Brasília para investigar folclore.”Sargento 014
Uma versão para colocar o arquivo na estante.
O livro físico (em produção) será pensado como objeto editorial: diagramação bonita, direção de arte mais rica, atmosfera documental e acabamento visual compatível com a capa e com o universo do livro.
O Kindle é a porta de entrada imediata. O físico será a versão para guardar.
Este livro é apenas uma das camadas.
O Projeto Aurora é um universo narrativo que se expande além deste livro, conectando relatos, eventos históricos reinterpretados e tecnologias que ainda não deveriam existir. No centro desse sistema está o canal Projeto Aurora, onde os arquivos começam a emergir em forma de investigações, análises e relatos.
Leia O Fantasma da Operação Prato.
Na Amazônia de 1977, o céu não era a única coisa observando. A selva ficou em silêncio. As luzes desceram. E uma missão de registro começou a revelar algo que Brasília preferia manter enterrado.